Meditando a respeito da vida de Saul, podemos entender o que o levou a não se preocupar em trazer de volta a arca do Senhor, símbolo da presença de Deus no meio do povo.
1- A voz do povo
Saul foi rei sob a vontade permissiva de Deus, e não pela sua vontade suprema. O povo queria ter um rei sobre si “assim como as outras nações o tinham”, alegando que Samuel já estava velho e que não teria condições de continuar sendo juiz sobre Israel. Em 1 Samuel 8.7 o Senhor diz a Samuel: ”Ouve a voz do povo em tudo quanto te disser, pois não tem rejeitado a ti; antes, a mim tem rejeitado, para eu não reinar sobre ele.” O Senhor queria ser o rei sobre Israel naqueles dias. Ele queria ser conhecido do seu povo, reafirmar sobre Israel o seu caráter de santidade, depois de ter sido tão mal representado pelos antigos sacerdotes Eli e seus filhos Ofni e Fineias. O Senhor queria preparar o povo para o rei que ele já tinha escolhido: Davi. Ele seria um rei segundo o coração de Deus. Mas o povo se antecipou e quis “ser “como as outras nações. Deus então, escolheu Saul. Ele era um jovem bonito, que se destacava dentre todos os do povo, mas que não era o centro da vontade de Deus para Israel.
Algumas situações que tomam lugar na nossa vida podem parecer muito boas e cômodas aos olhos humanos, mas não são o centro da vontade de Deus para nós. Ele certamente permite que façamos nossas escolhas. Mas quantas delas expressam a vontade perfeita de Deus? A Bíblia diz que não sabemos orar como convém. Precisamos que o Espírito Santo interceda por nós com gemidos inexprimíveis. Jesus nos ensinou a orar para que o reino de Deus venha e a vontade dele seja feita na terra assim como ela é feita no céu. Para isso precisamos da ação sobrenatural do Espírito Santo. Precisamos de sua revelação. Precisamos do fluir dos dons e do poder do Espírito de Deus para que sigamos no centro da sua vontade.
Tenhamos cuidado! A voz do povo pode não ser a voz de Deus. Algumas lideranças querem tanto agradar ao povo, satisfazer ao povo, seguir as tendências comerciais e mundanas para atrair as massas, que calam a voz do Espírito Santo. Preferem usar as estratégias marqueteiras para terem suas igrejas e eventos cheios de gente. Mas nem tudo o que é popular e bem aceito pela maioria é o centro da vontade de Deus. No reino de Deus não vivemos uma democracia. Vivemos sob o senhorio de um Rei que precisa ser obedecido para que o Reino venha a se expandir sobre o reino das trevas.
Deus está levantando agora mesmo, pessoas que anseiam pela expansão do reino de Deus. Pessoas que têm fome e sede de que a vontade de Deus seja feita na terra assim como ela e feita nos céus. São pessoas que estão dispostas a não andarem conformadas com a maioria, mas a seguirem a vontade perfeita de Deus custe o que custar.
Continua…







É necessário buscar agradar a Deus e não a homens.Sou missionária e plantadora de igrejas,lido com todo tipo de movimentos evangélicos que impõe crescimento imediato a custas de barulho dos homens ,aéróbica espiritual etc.. Amo fazer a vontade de Deus e o mais Ele fará.
Obrigado Senhor
abençoa tua serva mais mais.
Muito Obrigado, sou espírita e trouxe a realidade da mensagem para a minha vida! Você é uma benção Nívea! Abraços!
DEUS TEM EXATAMENTE FALADO COMIGO SOBRE O SEU REINO O SEU GOVERNO SOBRE MIM. E ACHO QUE HJE PARA AGRADAR A DEUS E VIVER SUA VONTADE ABSOLUTA É PRECISO IR NA CONTRAMÃO DO SISTEMA.
A paz do Senhor!
Gostaria de participar dessa adoração online, como faço?
Obrigada,
Leda.
Sinceramente, Deus escolheu Saul. A Bíbla fala claramente. Por que ele fez isso eu não sei, mas nem por isso posso negar que foi designação de Deus Saul reinar. Falar vontade permissiva e não vontade soberana não se aplica neste caso, além de ser só um eufemismo. Deus é sempre soberano
É irmã… e de pensar que Deus nos criou sabendo que muitos homens e mulheres poderiam deixar de procurá-lo como fez o povo do tempo do rei Saul. Acredito que se não existisse esta possibilidade, também não poderia se falar em amor, pois quando não há possibilidades, então só existe escravidão.
Mais incrível ainda é imaginar que mesmo vendo o Senhor que o povo escolhia (e muitos ainda escolhem) outros deuses, como o dinheiro e as glórias desse mundo, ainda assim entregou Jesus, seu Filho, à morte de cruz para que o povo pudesse ver o quanto Deus nos ama.
Se pela cruz o povo não entende que Deus nos ama tão profunda e inexplicavelmente, é inútil esperar que o povo atraia a presença de Altíssimo por qualquer outro meio.
Paz..