filhorebelde2jpgConstantemente sou abordado por alguns pais pedindo ajuda, para lidar com seu filho rebelde. Normalmente, os pais têm muitos conflitos com seus filhos por causa das diferenças de opiniões, descumprimento de regras ou até mesmo confronto verbal.

Muitos pais se encontram em desespero, sem saber o que fazer com seus filhos que escolhem o caminho da rebeldia. Diante dessa realidade, surge a pergunta: como lidar com meu filho rebelde?

Existem várias respostas, visto que há várias realidades familiares. A primeira está relacionada àqueles pais que nunca colocaram limites para seus filhos na infância e agora enfrentam dificuldades com eles em sua adolescência. Para estes, posso dizer: não tente mudar tudo de uma vez, procure lidar com seu filho com sabedoria, amor, diálogo e, por fim, coloque alguns limites, gradativamente. Busque conselhos com outros pais, orientadores e na Bíblia.

A segunda resposta é para aqueles pais que sempre procuraram equilibrar o limite e o amor na educação dos seus filhos, mas têm enfrentado dificuldades com suas atitudes rebeldes. Fica a dica: lembre-se que seu filho não é mais uma criança, portanto, não o trate como tal. Procure entender a fase da vida que eles estão vivendo e tente equilibrar a liberdade, o limite, a confiança. Busque conselhos com outros pais e orientadores

A terceira resposta é para os pais que, ao longo da vida, procuraram educar seus filhos, mas foram surpreendidos por alguns fatos que trouxeram certo desajuste familiar. Com esse desajuste, provavelmente, vieram algumas dificuldades que colaboraram com a rebeldia de seus filhos. Meu conselho é: antes de tentar confrontar constantemente a rebeldia, busque uma forma de tratar o trauma na vida de seu filho. Muito provavelmente ele irá voltar a ser obediente. Cuidado para não ser manipulado ou tentar agradar demasiadamente, para tentar suprir os problemas ocorridos no passado. Busque conselhos com outros pais e orientadores.

Lembre-se: “Se alguém necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida” (Tiago 1.5).

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