Bem, acho bom refletirmos um pouco sobre os relacionamentos “problemas” entre pais e filhos. Podemos aprender  com eles. Você tem um tempinho?

Já ouvi jovens dizendo: “Meu pai nunca me mostrou afeição.” Ou: “Meu pai só me dá atenção quando faço algo errado.” Triste, não?

Já ouvi pais chamarem os filhos e filhas de estúpidos, idiotas ou ainda coisas piores… Até dentro da igreja.

Já soube de pais que não falavam com os filhos e nem os incluíam na conversa durante a refeição. Conheci pais que passavam pouco tempo com as filhas, exceto para criticar suas roupas ou seu namorado.

Já vivenciei pais que falavam francamente a outras pessoas sobre os defeitos dos filhos, mesmo quando eles estavam por perto e podiam ouvir. Que desagradável. Imagine o sofrimento emocional que esses pais criaram em seus filhos com as suas ações.

Os filhos – não importa a idade – têm necessidade profunda de sentirem-se importantes, aceitos e amados. Deus quer que essa necessidade normal e sadia seja satisfeita primeiro em casa, pelo pai e pela mãe.

Se os pais não satisfizerem essa fome de amor e atenção, o jovem buscará preencher esse vazio emocional com alguém ou alguma coisa, e tal impulso levará a comportamentos que poderão destruir a criança – ou prejudicá-la seriamente.

O pai que não comunica amor e aceitação ao filho não é uma influência neutra na vida dele, é, sim, uma influência negativa.

Cá entre nós, esse não é o tipo de pai que eu quero ser. Quero ser o tipo de pai que o filho se sinta aceito e amado, para que cresça e seja um jovem adulto seguro e autoconfiante, capaz de amar e dar amor a outros.

Quero ser o tipo de pai que o meu Pai do céu é. E você? Pense nisso!