“Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles.” (Mateus 18.20 – NVI)
A igreja expressou-se de muitas formas diferentes no decorrer dos séculos. Eu, por exemplo, cresci em uma igreja que se expressa, ainda hoje, a partir da confissão de fé de Westminster. Há alguns anos, tive uma experiência com o Espírito Santo e passei a congregar na Igreja Batista da Lagoinha. Durante um período da minha vida, vivi as experiências dos extremos. Eu saí de um extremo conservador e fui para um outro extremo pentecostal. Enquanto navegava tão somente pelas águas da igreja tradicional, considerava as outras igrejas emocionalistas. Por outro lado, quando comecei a navegar pelas águas da igreja pentecostal, comecei a considerar as outras igrejas racionalistas. Eu vivia os embates do dualismo dentro de mim. Era uma espécie de OU/OU. Pensava que se uma forma de expressão de igreja era a correta, então as demais formas de expressão estavam erradas. O meu OU era um Ou que exigia exclusividade e, portanto, condenava as expressões de igreja que eram diferentes daquela forma que eu imaginava ser a única certa.
Pouco a pouco a minha visão foi se tornando menos turva. Isso deveu-se tanto por causa de encontros com cristãos de outras igrejas quanto por causa de experiências e leituras da Bíblia. O meu encontro com irmãos indianos que cultuavam ao Senhor em uma casa no norte da Índia mostrou-me a simplicidade e a força da fé. Mesmo debaixo das pressões do Islamismo, eles adoravam a Jesus dentro de suas casas. A celebração da Ceia do Senhor na Indonésia marcou-me profundamente. Éramos pessoas de diferentes línguas e culturas, mas que adoravam ao mesmo Senhor morto e ressurreto. Em todas essas experiências transculturais, havia uma única mensagem: Jesus é o tudo!
A igreja pode organizar-se a partir de um documento escrito, de uma tradição oral, de rituais elaborados, de reuniões nas casas, ou de experiências carismáticas, mas não pode jamais omitir a centralidade de Jesus. Se Jesus não for a pessoa central em uma reunião, em um culto ou em um encontro de pessoas, então, tal associação de pessoas pode receber qualquer outro nome, menos igreja (ainda que as pessoas intitulem aquele lugar de igreja). A igreja só é igreja se Jesus é o centro, o foco, a ênfase, o tudo. As palavras de Jesus foram simples e claras: “Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, ali eu estou no meio deles.” (Mateus 18.20 – NVI)
Para que uma reunião de pessoas seja igreja, o nome de Jesus deve ser amado e levantado. Não importa se o nome dele é proclamado em mensagens pregadas, cantadas ou oradas; se o nome dele é anunciado em catedrais, casas ou ginásios; ou se o nome dele é adorado em comunidades litúrgicas ou nos movimentos carismáticos. O que importa é que o nome de Jesus seja o tudo para aquelas pessoas reunidas; que o nome de Jesus, e não a razão ou emoção humanas, seja levantado; que a autoridade para a salvação não seja colocada no conhecimento das doutrinas ou nas experiências carismáticas, mas tão somente no nome de Jesus.







O foco é realmente Jesus. Na realidade as doutrinas servem para ajudar a nortear nossa conduta, porém, o importante mesmo, é espelhar Jesus na nossa vida. Ser predestinado, falar em linguas, profetizar não são mais importantes do que ter verdadeiramente Jesus em nossa vida. Muitas pessoas podem se achar predestinadas e nem ligar para a pouca intimidade com Deus, ou decorar um monte de palavras em grego ou outro idioma e dizer que fala em linguas- sem que ninguem traduza o que ela fala, assim é sem sentido- ou ainda falar coisas obvias a respeito da vida das pessoas e assim, profetizar, portanto não considero issas coisas tão importantes. É claro que a cada um foi dado um dom, e este deve ser usado com muita sabedoria e com o proposito correto. Penso que demonstrar o amor de Deus na nossa vida diariamente isso é tarefa bem dificil, porque ai sim, estará cheio do Espirito Santo , pois o mundo é mau e as pessoas estão dominadas por esse mau. Compreensão, tolerancia e amor de Jesus é isso que a igreja de Cristo precisa, o restante não é tão importante.
fico feliz em saber pr Gustavo que o Espírito Santo trouxe essa experiencia marcante com ele na sua vida… gosto de vc pregando pq vc sente o q vc prega … prega com fervor :) amo Lagoinha
MAravilhoso saber disso !! Só Ele é o Centroo da toda nossa Vida!
Em Efesios 1.22 FAla disso PAstor! As barreiras Implicam em Ausencia do verdadeiro Amor de Crsito em nós!
PAz
muito abençoado fui ao ler sua reflexão!
MAravilhoso saber disso !! Só Ele é o Centroo da toda nossa Vida!
Em Efesios 1.22 FAla disso PAstor!
PAz
muito abençoado fui ao ler sua reflexão!
Sei bem o que o Pr Gustavo diz, também vivi ou vivo esse dualismo, acho que o equilibrio também é importante, não ser extremamente emocional ou extremamente racional, também estou aprendendo ao longo de minha caminhada cristã a não achar que uma determinda denominação é certa ou errada, alias fico bem sentida quando cristãos criticam a minha denominação por não ser pentecostal, duvidam da nossa fé, dos nossos dons, isso é muito ruim, Jesus é simples, não importa se você é pentecostal ou se é mais racional, o importante é ter fé em Jesus Cristo, desejar ser transformado por Ele de acordo com o que Ele quer para sua vida e não o que as pessoas pensam.
Amem!!! E que Jesus seja sempre o centro da igreja brasileira o GLORIA!!!!!!!!!!!!!
Paz, irmãos!
Uma palavra simples, mas tão importante e bonita! Assim é a Palavra do Senhor, sem rodeios, objetiva, pronta para transformar a vida das pessoas!
E, como o nosso querido pastor Gustavo disse, não importa o local, denominação, seja onde for…. o nome de Jesus, exclusivamente, deve ser levantado! Aleluia!
Jesus, nome acima de todos os nomes!
Paz, queridos!
Pq não fazer um comentário em tão necessária mensagem nestes últimos tempos que vivemos como discípulos e discípulas de Jesus!
Quem tem o selo do Espirito Santo, não necessita criticar denominações, ou usar de palavras de sabedorias de homens, pq, o nosso Deus sendo o Todo-poderoso e cheio de sabedoria, continua a revelar aos seus pequeninos as coisas concernentes ao reino, um reino de justiça, alegria e muita paz no Espirito Santo. Jesus com certeza ‘e a essência do evangelho, pq ele ‘e o Senhor de todas as coisas. Toda a plenitude esta centrada nele. O Espirito que ele disse que o PAI enviaria com Fogo sobre aqueles que o aceitaram, ‘e o que move a igreja, ou seja nos move como igreja, membros do corpo de Jesus. Não podemos esquecer jamais que ele ‘e a cabeça, que governa todo o corpo… E humanamente sei o que isso significa, pq o meu marido sobre da doença de parkinson, e todos os seu movimentos ficam completamente paralisados. Não consegue falar direito, andar, ver, tem dores horríveis por todo o corpo quando esta OFF, quando a parte que o cérebro, ou seja neurônios estão afetados for falta de dopa mina. Assim a igreja sem o Espirito Santo, que veio nos ensinar tudo o que Jesus disse, ficamos sem a verdade da palavra, e não testemunhamos das maravilhas do reino do nosso Justo Deus Pai. Andamos como ovelhas sem o bom pastor. Falta a dopa mina do Espirito Santo, a alegria contagiante do Deus que nos fortalecem em nossa caminhada da salvação. A razão do nosso congregar com certeza ‘e Jesus. Mas, nunca esquecermos de que por fora das paredes de um templo, ou igreja ou ate casa do Senhor, somos a igreja construídas pelo sangue da redenção Dele, somos o templo e santuário vivo Dele, o Tabernáculo de Deus, a casa do Senhor vivo que hoje habita em nos no Espirito. Viver louvando a Deus dentro de quatro paredes ‘e fácil. A cruz tem de ser carregada na via dolorosa. Fora das paredes de um templo. Temos de louvar a Deus no dia a dia. Ser um testemunho verdadeiro do Senhor Jesus em um ponto de ônibus cheio e confuso, em um supermercado que alguém furou a fila e exortamos no amor e no fruto do Espirito. Em um sinal de trânsito completamento parado, e alguém vindo cheio de fome, ferido, maltratado buscar em vc ou em mim o bom samaritano, e encontrar o amor de Jesus, e a lista de boas acoes diária vai longe… Amados, sem o Espirito da igreja, o mesmo Espirito que há ressuscitado a Jesus dentre os mortos, se este mesmo Espirito que há ressuscitado a Jesus dentre os mortos não habitar em nos, esqueça a palavra igreja, e seja somente mais um religioso em um mundo tão necessitado dos verdadeiros embaixadores de Cristo Jesus… No Espirito de Jesus, e ao serviço do Reino do nosso Pai, Valeria ♥
O que acho mais interessante é que por muitas vezes, enchemos o peito pra falar da centralidade de Cristo em nossas reuniões, cultos e ate mesmo em nossa família. Quando na verdade essas reuniões não passam de meros costumes, rituais e cumprimento de compromissos. Penso que, antes de centralizar Cristo em nossas reuniões deveríamos pensar: será que este Cristo já esta centralizado em minha vida? O que tenho feito pra que a presença de Cristo seja tão transparente na minha vida a ponto de refletir no momento das reuniões?
Em nome de Cristo nos reuniremos, e é promessa D´Ele que estará lá.
Deus seja louvado!
O mundo tem nos levado a perder nossa simplicidade… A exigência de sermos cada vez melhores, de beirarmos a perfeição de áudio, cores e tecnologia em nossos cultos, tem nos trazido o entretenimento para nossos cultos a Deus, esta busca desenfreada do “sentir”, do demonstrar, do aparecer, talvez estejamos de cuidar do que realmente importa. A COMUNHÃO COM DEUS.
Que Senhor Jesus possa abençoar cada dia mais o ministério que Ele lhe confiou a vocês!
Concordo com Pr. Gustavo, não importa o lugar, os costumes doutrinários, o movimento e sim a essência que é Jesus. Já passei por experiências de visitar lugares onde não havia nada além da Bíblia e Hinário, pessoas simples, com um coração sincero. Eu amo estar onde Jesus está!
Colei a mensagem abaixo para que os irmãos possam refletir sobre nossa forma de viver no Evangelho – JESUS CRISTO.
Abraços Fraternos,
Fábio.
O QUE MAIS FALTA A JESUS?…
Paulo nos diz que a letra mata [mesmo que seja letra da Escritura…]; que o exercício que tenta ver mágica de revelação na exegese, é tolice [prova disso é o modo como ele “usa” as Escrituras do Antigo Testamento]; que qualquer “interpretação” que não seja via Encarnação, ou seja: centrada exclusivamente em Jesus — é engano religioso que presume ler tudo o que foi dito como “interpretação correta”…
Como poucos [...] Paulo entendeu que o Evangelho era Jesus e que Jesus era o Evangelho; e que tudo o mais que tivesse havido e sido escrito antes, como “Escritura”, agora, depois de Jesus, depois da Encarnação, depois de Emanuel: Deus conosco — teria que ser submetido ao espírito de Jesus, ao espírito do Evangelho; pois, na Velha Aliança se poderia invocar a Deus para que mandasse fogo do céu para consumir os adversários, mas, em Jesus, a mesma idéia antiga de “poder espiritual”, fora completamente banida, repreendida e abominada por Ele, que, ante tal proposta de piedade perversa [que eu chamo de peidade...] feita por João, apenas respondeu com a seguinte afirmação: “Vós não sabeis de que espírito sois!…”
“Toda Escritura é inspirada por Deus e apta para o ensino, a correção e a educação na justiça” — dizia Paulo; embora, ao assim dizer, não transferisse para as Escrituras nada além do poder de testemunhar Jesus, no que [...] e se [...] ela desse testemunho de Jesus; posto que para os apóstolos [e João declara isso], “o testemunho de Jesus era o espírito de toda a profecia”; ou seja: a finalidade de toda a Palavra escrita [...] era ser apenas, agora, testemunho da verdade dos fatos do encontro entre a humanidade e Deus, e, depois, entre os hebreus e Deus, e, ainda depois, acerca de Israel como nação e Deus como o Senhor das nações; e, agora, em Jesus, era o testemunho que não se poderia entender antes de haver Encarnação; por isto, para Paulo, Jesus era a Chave Hermenêutica para a compreensão das Escrituras…
Assim, em Jesus, se tem a separação nas Escrituras de tudo quanto fosse circunstancial, passageiro, cultural, histórico, necessário ao tempo, de um lado, e, de outro lado, tem-se o que é permanente, o que é definitivo, o que é eterno, o que é Evangelho antes da manifestação histórica do Evangelho…
Depois de Jesus a Bíblia é a coletânea de livros nos quais se pode encontrar o testemunho histórico/profético acerca de Jesus, mas não se tem nada além disso…
Por exemplo, depois de Jesus a leitura se inverteu… Já não se lê as Escrituras em busca do Messias, mas, a partir do Messias se lê o todo das Escrituras; visto que, depois de Jesus, tudo quanto não seja Evangelho segundo o espírito de Jesus, ainda que esteja escrito na Bíblia, caiu [...], segundo Paulo e o escritor de Hebreus [...], em estado de obsolescência e caducidade…
Sim, Jesus é tudo; e quem não considere Jesus assim [...], ainda não entrou no reino do entendimento segundo Deus.
Este é um fato ante o qual não há barganhas a propor…
Ou é assim…, ou, então, ter-se-á tudo com a grife Jesus, mas de Jesus mesmo não se terá nada…
Há, todavia, aqueles que se escandalizam quando digo que Jesus é o Único Verbo, a Única Palavra Eterna; e que o mais… [a Bíblia toda], é testemunho humano, inspirado; sim, testemunho dessa esperança ou dessa fé, mas não é nada…, além disso…; visto que em Jesus, e não na Bíblia, é que estão ocultos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento…
Sem tal visão tudo é idolatria…
Sim, a Bíblia vira ídolo, as Escrituras ficam maior que Jesus, e as doutrinas da “igreja” se tornam a “etiqueta comportamental de Deus”, conforme definida pelos homens…
Ou seja: porque deixou de ser assim é que herdamos a desgraça do “Cristianismo de Constantino”, que é o que se tem como “igreja” e “crença” em Jesus até hoje; mas que nada tem a ver com o Evangelho; posto que tudo tenha sido construído a partir da Bíblia como livro e dos “mestres” como decodificadores da revelação; e, em tal caso, Jesus tinha que se harmonizar com o todo da Escritura, e não a Escritura se harmonizar a Jesus [...].
Para os apóstolos, no entanto, se requeria a coragem de deixar de fora tudo quanto não coubesse mais [...] ante o avanço revelado da vontade de Deus encarnada em Jesus.
Esta é a coragem de ruptura que também se demanda de quem quer que queira tornar-se discípulo de Jesus, e de Jesus somente…
Você tem outra pretensão?…
Ora, nossa única pretensão deveria apenas ser o tornarmo-nos cartas vivas [...], evangelhos de carne e sangue [...], epistolas de reconciliação [...], escrituras feitas de inscrição no coração…
Sim, pois em Jesus, tanto como promessa feita pelos Profetas, como também mediante o Seu próprio Prometer aos Seus [todos] discípulos — está dito que todos os que Nele cressem seriam evangelhos andantes [...], cartas hebréias em sua mobilidade no caminho [...]; ao ponto de Paulo declarar que nosso chamado é para sermos cartas vivas, escritas pelo Espírito do Deus vivente; cartas essas vistas e lidas por todos os homens, mediante os nossos atos de amor, e nossa visão tomada pela mente de Cristo, que é o Evangelho.
Doutrina certa segundo Jesus é vida vivida em amor…
O que passar disso é Cristianismo, não Evangelho!
Pense nisso!
Nele, que é tudo que como tudo eu precise nesta vida ou em qualquer outra forma de existência,
Caio
amém, a triste realidade em muitas de nossas igrejas se resume exatamente na falta de ter Jesus como o centro , o homem tem ocupado o centro,e o Espiríto Santo sendo o convidado de honra tem ficado do lado de fora de muitas das nossas igrejas ,,, paralizando o grande mover de Deus ….
O interessante pastor, é que a presença do Espírito Santo de Deus em nossas vidas nos faz amar mais e todas as barreiras e diferenças entre denominações, culturas e raças são quebradas e tornamos um só corpo.
O interessante pastor, é que a presença do Espírito Santo de Deus nas nossas vidas nos faz amar mais, e as barreiras das diferenças são quebradas e nos tornamos verdadeiramente um só corpo, independente se somos batistas, assembleianos ou brasileiros, indianos etc…
Amém!!! Amém!!! Jesus no centro aleluiaaaaa!!!
Quando isso acontece nossas diferenças DESAPARECEM!!!