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Estudo de célula de adultos – Porque é ordem de Deus

Foto: Odilon Fonseca

Foto: Odilon Fonseca

Texto: João 13.34

Quebra-Gelo: Que traço de per- sonalidade você herdou do seu pai? E da sua mãe?

Amar é um ato deliberado Deus diz que temos de decidir amar. Devemos amar os outros cristãos a des- peito do que sintamos por eles ou de quão “não amáveis” possam parecer. Não importa a dificuldade, temos de amar de maneira ativa, consistente e profunda todo cristão que Deus coloca em nossa vida, congregação e célula.

Amar é um mandamento

A decisão de amar é um ato de obediência. Essa lição é tão importante que o apóstolo João apresenta repetidas vezes o amor como sinônimo de obediência: se você ama Jesus, obedece aos seus mandamentos (Jo 14.15,23,24; 1Jo 2.3; 5.3; 2Jo 6). Porque a obediência está ligada ao amor? Porque reflete unidade entre os cristãos – a qual é fundamental para o trabalho do Reino (1Jo 3.11). Cristo derruba o mito de que o amor é baseado em bons pensamentos ou em emoções arrebatadoras, Ele o define num nível mais alto, no qual comportamento e fé combinam em ações que demonstram dedicação a Deus. Amor não é um relacionamento ditado pelas compatibilidades. Em vez disso é, e sempre foi como o da mãe que cambaleia até o berço de seu filho pela quinta vez durante uma noite, ou de um passageiro que cede seu lugar num bote salva-vidas para que outra pessoa possa ser resgatada num naufrágio. Amor é Cristo na cruz, morrendo por nós, mesmo quando ainda estávamos perdidos em nossos pecados (Rm 5.8). Como membros da família de Deus, devemos escolher amar e não a quem amar.

Compartilhar: Quais foram as pessoas mais difíceis que você já conviveu e não conseguiu amar (preferiu deixar de lado, ignorar, não se aproximar muito)? Por quê?

Amor em comunidade

Estar em comunidade obriga-nos a desistir das nossas “fantasias relacionais”, em que todos são pessoas de fácil convívio e os conflitos são resolvidos em felizes acordos. Deus nos fez diferentes e sabe que temos perspectivas e necessidades distintas. As dores, os hábitos e as dificuldades presentes em todo grupo criam um potencial para conflitos. Porém, o objetivo de Deus é usar esses conflitos para nos ajudar a crescer na semelhança de Cristo.

O amor implica padrões elevados

Jesus disse que temos de ser para os outros o que Ele é para nós. O amor de Cristo não é egocêntrico, mas sacrificial e submisso à vontade do Pai. Seu padrão de amor é pessoal estende-se ao que não merece, esquecendo dos erros e alcançando as necessidades do coração humano.

Compartilhar: Você já fez algo de bom para alguém e depois se arrependeu? Ou essa pessoa foi ingrata com você?

O amor tem padrões tão desafiadores que só podemos alcançá-lo se, fielmente, nos adaptarmos ao que está escrito em Gálatas 2.20. A pessoa que vejo como não merecedora de amor, mas a quem amo agora, amo-a pela fé no Filho de Deus, que a amou primeiro e se entregou por ela.

Compartilhar: Como você pode demonstrar o amor altruísta de Cristo a uma pessoa difícil de ser amada?

Como comunidade de cristãos, dirigida por propósitos, nosso amor não deve ser medido pelo mínimo esforço que fazemos, nem se limitar aos que parecem merecê-lo. Nosso padrão de amor verdadeiro é que Deus “(…) nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados (…) visto que Deus assim nos amou, nós também devemos amar uns aos outros” (1Jo 4.10,11).