Inúmeros casos de estupro são noticiados, mas a igreja (5% da pop.) luta contra esse e outros problemas

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Mulheres indianas durante culto noturno realizado pela equipe missionária do pastor Prasad.

Depois de chorar a morte de uma menina de cinco anos, vítima de estupro, em abril, a Índia torna a ser destaque nos jornais internacionais pela internação de uma menina de quatro anos. No início de maio, a pequena indiana foi estuprada por um jovem de 20 anos, que tem passagem na polícia. Seu estado de saúde não foi noticiado.

Segundo levantamento da organização Intercessão Mundial, a Igreja Indiana grita diante dessa realidade que o país vive e tem conquistado influência na sociedade, com o efetivo trabalho que desenvolve na saúde, educação e desafiando os males sociais. Uma minoria (5% da população) que tem se posicionado e pregado o evangelho.

O pastor Yesuvara Prasad, há décadas, desenvolve um trabalho missionário em uma região humilde, onde segundo ele as pessoas estão aptas a receber Jesus, pois são acolhidas pela igreja. “Em média 18 reuniões são realizadas por mês durante as noites, além das visitas às casas, em torno de seis pessoas aceitam a Jesus e são batizadas”, conta.

Membros da igreja indiana se preparando para o momento dos batismos.

Membros da igreja indiana se preparando para o momento dos batismos.

São muitos os milagres que a equipe de Prasad testemunha ao longo dessa jornada missionária, mas também são inúmeros os desafios e as lutas. “É muito difícil evangelizar os indianos, principalmente por que são adoradores de ídolos hindus. Também enfrentamos muitas lutas financeiras, sem saber o que vai mandar para suprir nossa fome. Vivemos como as aves do céu, mas com a convicção de que a fé sem obras é morta”, desabafa o pastor. Sua oração pela Igreja Indiana é fundamental, por isso, clame pelos principais motivos:

- Recursos e investidores para manter e expandir a obra missionária;

- Quebrantamento da sociedade indiana para reconhecer que há somente um Deus;

- Fim do separatismo entre as classes sociais e fim da violência sexual.

 

::Stephanie Zanandrais