Helena encena várias personalidades durante preleção no Congresso de Mulheres DT

Soraya Moraes ministra louvor

Soraya Moraes ministra louvor

“Te adorarei, aleluia, aleluia!” canta Soraya Moraes  o refrão da música  “Deus é bom” abrindo a tarde do segundo dia  do Congresso de Mulheres Diante do Trono. Com mais de 20 anos de carreira, Soraya ministra com liberdade a multidão feminina presente no ExpoMinas. O louvor prosseguiu com as músicas “Manda fogo aqui” e “Som da chuva”.  “O Senhor me mostra vários telhados molhados de chuva. Você vai receber o que veio buscar”, compartilha a cantora para as participantes.

Soraya ensinou as congressistas a declarar o poder de Deus em cada área da vida contando um testemunho maravilhoso de uma criança que sofreu problemas cerebrais, mas foi curada pelo poder do nome de Jesus. Na sequência, ministrou a música “Quão grande é o meu Deus!”.

O louvor deu lugar a um importante bate papo liderado pela apresentadora do programa Sempre feliz, Márcia Resende com as participações da psicóloga, Daniela Borja Bessa, a pastora e pedagoga, Dejanira Vieira e a escritora e pastora Iara Diniz. Tantas profissionais reunidas para falar sobre um tema que incomoda boa parte das mulheres: a autoimanem.  Foram exibidas algumas cenas de mulheres reconhecidas na sociedade como a presidenta Dilma Rousseff, a primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama entre outras.

Márcia questionou as entrevistadas sobre a formação da autoimagem.  Daniela Bessa explicou que a autoimagem é um processo de construção e muitas pessoas envolvidas nos círculo de amizade ou familiar de um indivíduo podem colaborar positivamente ou negativamente para a formação do que se pensa a respeito de si mesmo.

Iara Diniz completou dizendo que essas construções da autoimagem partem de eventos do dia a dia e de situações vivenciadas ao lado de outras pessoas. Daniela explicou que embora muitas pessoas tenham sofrido situações traumáticas, pesquisas revelam que os bons relacionamentos com outras pessoas influenciadoras levaram a um futuro estável sem traumas. Com essa afirmação, Daniela concluiu que as boas companhias influenciam quem nós somos.

Helena encenando mulher tímida durante preleção

Helena encenando mulher tímida durante preleção

As várias mulheres em mim

Trazendo riso as participantes, Helena Tannure começou sua participação no Congresso encenando a figura de várias mulheres: tímida, rica, humilde, vaidosa entre outras. As congressistas deram boas risadas com a performance da palestrante. Depois cantou uma música de própria autoria em ritmo MPB que descreve a personalidade de várias mulheres.

Para iniciar o momento da Palavra, Helena explanou que o lar é o lugar onde o bom trato ao próximo é mais necessário. “Se o filho do pastor pula no seu sofá você diz mansinho para ele, mas se é o seu próprio filho você fala sem escrúpulos”, diz. A palestrante apresentou alguns personagens bíblicos com problemas familiares como Caim e Abel, Davi e Eliabe e explicou a importância do bom relacionamento com a família.

“Que não sejamos parceiro de Satanás na vida dos nossos filhos”, disse. Na sequência, leu o trecho escrito em Genesis 29.15 a 29. Nessa referência conta a história de Lia e Raquel, irmãs que se casaram com Jacó.

Helena explica que Lia e Raquel viviam em uma constante disputa. Em um dado momento, Raquel se irava por Lia engravidar enquanto ela não conseguia ter filhos e em outro momento Lia se irritava com Raquel por ela ser mais formosa e atrair mais a atenção de Jacó. Depois continuou sua preleção dizendo que existem muitas rixas dentro das igrejas entre irmãs.

“Você fica feliz com a outra até ela se sobressair mais do que você, porque quando isso acontece você se transforma”, disse. Ela continuou dizendo que as mulheres precisam aprender a agir em amor umas com as outras ao invés de serem traiçoeiras. “O diabo está procurando a sua boca para abortar o sonho da mulher que está sentada ao seu lado. Não seja parceira do inimigo”, disse.

mulher orando

Depois começou a descrever cada uma das mulheres interpretadas ao início da pregação. “A mulher parecida com a Maria do Socorro é aquela que fica na defensiva, talvez você seja assim e as pessoas ao seu lado precisam “pisar em ovos” para conversar com você. Há outras que são revolucionárias e querem mudar tudo, mas a principal mudança começa dentro de nós. Outras são vaidosas e outras são duronas, porque aprenderam com alguém a ser assim”.

A pregadora disse que é importante conhecer o Senhor para ser curada das mazelas do caráter. E mostrou que só o Senhor pode mudar o interior. “Quando nos entregamos com tudo o que somos, revelamos o próprio Deus e experimentamos o milagre”, ministrou.

::Érica Fernandes