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Implantação de GC’s em Barcelona e outros países tem sido ferramenta nas mãos de Deus

Foto: Lagoinha Barcelona

Foto: Lagoinha Barcelona

Em Barcelona, na Espanha, a obra da nossa igreja começou por meio do GC. Inaugurado neste mês, o trabalho reuniu, logo de primeira, 40 pessoas. “Fomos surpreendidos com a presença de tantas pessoas. E o que mais nos impactou foi vê-las sedentas e desejosas de buscarem ao Senhor”, relata a pastora Lorrane Flores, que junto ao marido, o pastor Julian, lidera as Lagoinhas Barcelona e Madrid. Conforme Lorrane, os espanhóis têm recebido bem a ideia dos pequenos grupos, tanto que muitos conhecem o evangelho dessa forma e só depois passam a ir à igreja. “É um trabalho que vale a pena, pois realmente vemos os frutos e a diferença entre quem participa de um GC e quem não participa”, destaca.

Apesar dos resultados positivos, os desafios são constantes. “A maior dificuldade é multiplicar [o GC] por falta de líderes”, afirma Lorrane. O pastor Ramiro Chagas compartilha do mesmo conflito na Lagoinha Medellín, na qual é o líder há mais de um ano e meio. “Nesse sentido, aqui é bem diferente do Brasil. As pessoas, por mais boa vontade que tenham de ajudar, não têm tanto conhecimento sobre a questão ministerial”, explica. Mesmo assim, a Lagoinha Medellín, que atua somente por meio de pequenos grupos, tem alcançado entre 80 e 100 pessoas por semana. Ao todo, são quatro GC’s adultos e dois GC’s infantis, além de duas Casas de Paz. “Temos chegado a muitas famílias por meio da Casa de Paz. Nossos grupos são evangelísticos em sua maioria. Ao todo, 60% dessas pessoas nunca foram à igreja. Tem nos alegrado muito saber que temos conseguido alcançar, dessa forma, pessoas em Medellín que nunca poderíamos alcançar”, afirma.

Foto: Lagoinha Medellín

Foto: Lagoinha Medellín

Recentemente, a Lagoinha Kathmandu (Nepal) também inaugurou dois GC’s e uma Casa de Paz em áreas nas quais a porcentagem de cristãos é muito baixa. Embora tenha um projeto de Lei que visa criminalizar toda forma de conversão religiosa no país, não existem leis que proíbam a realização de orações em lares. Em vista disso, a estratégia tem sido uma ferramenta importantíssima no local – no entanto, à base de bastante perseverança. Cristãos que aceitam fazer um GC em sua casa têm sido “convidados” a procurarem outro lugar para viverem. O problema ocorre porque muitos crentes moram de aluguel e os proprietários dos imóveis – na maioria hinduístas – não aceitam a realização de orações nesses locais. Isso acontece, pois os hinduístas creem que os seus deuses vão embora quando um cristão ora a Deus, atraindo, dessa forma, maldições. Sendo assim, quando um GC consegue ser firmado no Nepal, é um significativo passo em direção ao Reino de Deus!

Foto: Lagoinha Kathmandu

Foto: Lagoinha Kathmandu

Na Jordânia, por sua vez, não se pode fazer um trabalho semelhante. País no qual os cristãos são bastante perseguidos, a estratégia é barrada pelo governo. Neste mês, por exemplo, um pastor fez uma reunião em casa e foi denunciado pelos vizinhos. A proibição existe porque qualquer evento religioso em casas, na Jordânia, é caracterizado como uma igreja. No país, as igrejas só podem ser estabelecidas nos locais já pré-determinados e autorizados, como a Lagoinha Jordânia.

Ore ao Senhor para dar aos nossos irmãos mais estratégias para fazerem chegar o evangelho a todos os povos para que, assim, pessoas de todas as nações possam ser enxertadas ao Corpo de Cristo.

Saiba mais sobre o ministério Lagoinha Nations: (31) 98793-1570 – Pr. Leo Capochim.

::Thais Oliveira