Lilian Azevedo e a filha Sophia

Lilian Azevedo e a filha Sophia

Já diziam os experientes que descrever o sentimento de uma mãe não passa de frágeis tentativas, isso porque elas experimentam um pouquinho do sentimento do próprio Criador. E como descrever Deus? Qual palavra utilizar para expressar aos outros a sensação de saber que a vida virá do seu próprio ventre? Nós, do Lagoinha.com, não nos atrevemos a tamanho desafio e deixamos essa tarefa para quem já experimentou de perto o milagre de gerar a vida.

“Ser mãe é realmente um presente de Deus. Depois que fui mãe, pude entender um pouco melhor o que é o amor de Deus. O amor de uma mãe pelo filho é tão grande, tão grande que até dói (risos). Ele vem recheado de responsabilidade, proteção e muita felicidade.

Em 2006, engravidei, fiquei muito feliz com a surpresa, mas com dois meses de gestação, o coração do meu bebê parou de bater. Senti uma dor enorme e inexplicável, embora soubesse que Deus está no controle de tudo. Em 2008, engravidei novamente; porém, estava com uma inflamação muito grave no colo do útero. A médica disse que eu teria que abortar, mas a última palavra na minha vida não vem dos homens, mas sim de Deus. Não abortei, tive uma gestação tranquila e meu útero foi curado. Hoje, minha princesa tem quatro anos, é muito linda, muito inteligente e com certeza será uma grande mulher de Deus”, Lilian Azevedo, mãe da Sophia.

Fernanda Brum e os filhos Isaac e Laura

Fernanda Brum e os filhos Isaac e Laura

“Gerar meus dois filhos, Isaac (8) e Laura (1), foi milagre de Deus. Fiquei grávida por seis vezes e sofri abortos espontâneos, e, pela razão humana, seria praticamente impossível ter filhos. Foi difícil crer que Laura e Isaac iriam nascer, que conseguiria ser mãe, crer que a morte não venceria. Foi a minha batalha durante as duas gestações. Meu filho Isaac nasceu de novo, porque o coração dele não batia mais no meu ventre há sete semanas. A médica então me sugeriu um aborto, mas pedi mais uma semana. Dentro de mim tinha a certeza de que Deus faria o grande milagre da “Vida”. Na semana seguinte, fizemos os exames e o coração do Isaac batia normalmente, ele ressuscitou e até hoje os médicos não compreendem. Já a minha filha Laura foi outra luta, porque não conseguia segurar filhos em meu ventre. A Laura não conseguia ganhar peso. Então, comecei a cantar para a minha filha (ainda na minha barriga) e o Emerson, meu marido, fez uma música durante esses momentos, “A tua glória faz”. Deus mais uma vez manifestou o poder dele. Laura nasceu linda e forte.

E glória a Jesus que consegui chegar até o fim. Deus é fiel e seu amor dura para sempre, e foi da vontade dele que meus filhos nascessem, para também serem bênção nessa geração como manifestação do amor e do milagre de Deus. E Tudo isso me motivou a ser uma militante contra o aborto, sou a favor da vida”, Fernanda Brum, mãe de Isaac e Laura.

Helena Tannure, com o marido João Lúcio e os filhos Clara, Miguel, Arthur e Sofia

Helena Tannure, com o marido João Lúcio e os filhos Clara, Miguel, Arthur e Sofia

“Quando nos casamos, meu esposo e eu sonhávamos com quatro filhos. Então, durante o quarto ano de casamento nossa primeira filha chegou. Durante a gestação senti a grande transformação que aquele pequeno ser já causava em minha vida, mas era apenas o começo. Quando regressamos da maternidade, com a pequena Clara nos braços, estávamos com uma felicidade indescritível, mas também, sentíamos o peso da responsabilidade.

A vida tornou-se completamente diferente, de horários e lugares frequentados até prioridades financeiras. Diante de tanta mudança, pensei: ‘Acho que um filho só é o suficiente!’ E era isso que eu respondia quando me perguntavam ‘quando viria o segundo filho’, eu respondia: ‘Tenho muitos projetos e sonhos, não há espaço para mais filhos em minha vida. Sou egoísta demais para ser mãe de mais filhos…’

Graças a Deus que ouviu minhas tolas frases e me amou o bastante para não me deixar no estado em que estava. Por sua misericórdia, graça e infinito amor, o Pai nos presenteou também com Miguel, Arthur e Sofia, e à medida que foram chegando, a cura de Deus foi rompendo em minha vida em todas as áreas. Hoje sou uma pessoa feliz e realizada, bem menos egoísta e profundamente agradecida ao Deus que continua trabalhando em mim por meio da maternidade”’, Helena Tannure, mãe de Clara, Miguel, Arthur e Sofia.

Bruna Karla grávida

Ultra-som de Benjamim

“No ano passado perdi meu filho por causa de aborto espontâneo, numa triste quinta-feira. Foi um momento muito doloroso, em que várias pessoas me deram palavras de conforto e carinho. Neste ano Deus renovou meus sonhos e fiquei novamente grávida. Meu filho se chama Benjamim, e estou no quarto mês de gestação”, Bruna Karla, mãe de Benjamim.

“Desde criança brincava de boneca, de casinha, sonhava com meu esposo e com a minha família, mas os sonhos não se realizam sem luta, sem perseverança, sem sabedoria, sem a intervenção de Deus, que é a fonte de todas as bênçãos.

“Desde criança brincava de boneca, de casinha, sonhava com meu esposo e com a minha família, mas os sonhos não se realizam sem luta, sem perseverança, sem sabedoria, sem a intervenção de Deus, que é a fonte de todas as bênçãos. Depois de uma dolorosa espera, de marcas da bondade de Deus, Ele me presenteou com o Gustavo, meu esposo. E depois vieram mais lutas, a infertilidade, mais espera, mais marcas da graça de Deus, e chegaram meus dois presentes… Isaque e Benjamim! Agora, outras lutas… Renúncias, escolhas, dedicação, para viver o sonho realizado, meu primeiro e mais importante ministério, minha família.

Ana Paula Valadão e os filhos Isaque e Benjamim

Ana Paula Valadão e os filhos Isaque e Benjamim

Nesse dia das mães agradeço a Deus, obrigada por abrir meu ventre! Isaque e Benjamim, obrigada por me ensinarem, cada dia, a ser mãe”, Ana Paula Valadão, mãe de Isaque e Benjamim.

Fotos: Arquivo pessoal e Reprodução internet

:: Érica Fernandes