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Ministério Desperta Débora completa 20 anos

O culto de celebração do aniversário do ministério será no dia 7 de fevereiro, às 13:30, no Tabernáculo. Participe!

Foto: Kátia Brito

Foto: Kátia Brito

“Mães de joelhos, filhos de pé”. Esse é o lema que norteia a visão que o Senhor deu aos pastores Jeremias Pereira e Marcelo Gualberto, há 20 anos, durante a realização da Consulta Global sobre Evangelização Mundial, em Seul, na Coreia do Sul. A inspiração nasceu de um momento solene, no qual as mães eram honradas pelas intercessões que resultaram na realização do evento. Os pastores trouxeram essa visão de mães que oram pelos seus filhos ao Brasil. O projeto não se limitou às fronteiras de Minas, alcançando a maior parte das regiões do nosso país. Hoje, há déboras de joelhos em todo o solo brasileiro. Em nossa igreja, não poderia ser diferente. Na Casa Rosada, onde estão concentrados os ministérios dedicados às mulheres, está em pleno funcionamento o Desperta Débora, sob a liderança da pastora Patrícia Sabino e supervisão da pastora Ana Lúcia. Nesta entrevista, concedida ao jornal Atos Hoje, a pastora Patrícia conta a história das Déboras e fala do culto de celebração de 20 anos do Desperta Débora no Brasil.

Atos Hoje – Quando iniciou o movimento “Desperta Débora” em Minas Gerais?

Pra. Patrícia Sabino – O Desperta Débora chegou ao Brasil em 1995, por meio dos pastores Jeremias Pereira, da Oitava Igreja Presbiteriana e Marcelo Gualberto, da Mocidade para Cristo (MPC). Eles tiveram a inspiração a partir de uma experiência vivida em um evento missionário que estava acontecendo em Seul, na Coreia do Sul. Em certo momento do evento, várias mulheres foram homenageadas por causa de suas constantes orações, que obtiveram como resultado a realização do evento no qual os pastores estavam presentes. Chegando ao Brasil, os pastores iniciaram, junto a Ana Maria Pereira (esposa do Pr. Jeremias já falecida), o movimento Desperta Débora, desafiando as mulheres a orarem por despertamento missionário da nossa nação e também pelos seus filhos.

Como o Desperta Débora chegou à nossa igreja e desde quando você é responsável pelo ministério?

A nossa igreja foi uma das primeiras a abraçar o movimento das déboras. Na minha vida, o encontro com o movimento ocorreu em 2007. Enquanto levava meus filhos Pedro e Israel à escola dominical da IBL, fui abordada, na porta do Tabernáculo, por uma irmã muito simpática, cujo nome era Maria Alice. Ela distribuía convites do movimento Desperta Débora e me entregou um desses convites. Li e me interessei, pois naquele momento buscava algo que agregasse valores espirituais à minha vida, principalmente como mãe. Estendi o convite às irmãs da célula que frequentava e fomos em peso à reunião do Desperta Débora, sendo profundamente tocadas pela Palavra e a oração ministrada na reunião. Algum tempo depois, Maria Alice, coordenadora do movimento em Minas, foi direcionada por Deus para me colocar como coordenadora das Déboras em nossa igreja.

Desperta DéboraO que, especificamente, envolve o seu trabalho junto as mães?

Procuro desenvolver o que me foi proposto com afinco e dedicação. Jesus é o nosso maior exemplo de liderança e, como sua discípula, aprendi a trabalhar em equipe, visto que não construímos nada sozinhos. Como pastora trabalho no aconselhamento, ministro a Palavra e organizo eventos com as demais integrantes do Desperta Débora. Além disso, atuamos na implantação do Desperta Débora nas demais IBL’s e denominações que solicitam o nosso auxílio para iniciar o movimento com as mulheres.

Na próxima semana será realizado um culto de celebração aos 20 anos do Desperta Débora. Quais são as suas expectativas para essa grande festa?

Em nossa igreja, estamos no Ano da Comunhão e creio que será um culto especial, no qual celebraremos a unidade entre a liderança do Movimento e as mães que oram por seus filhos. Este dia será muito especial, pois estarão conosco os pastores Jeremias Pereira e Marcelo Gualberto, “pais” dessa visão dada por Deus. Além deles, estarão presentes a coordenadora de BH, Maria Alice e da região sudeste, Maria José. Por isso, mulheres e mães que oram por seus filhos biológicos e espirituais estejam conosco nesta grande celebração, com um só coração no Senhor e em suas promessas, pois grandes coisas fará o Senhor por meio do derramar do Espírito Santo neste culto.

:: Kátia Brito