Procure o Juizado de Conciliação da Igreja Batista da Lagoinha

 “O Juizado de Conciliação da Lagoinha é muito importante para a sociedade”, é a primeira afirmação do juiz e pastor da Lagoinha Relbert Chinaidre Verly, em entrevista para a revista Atos Hoje.

Mediar a conciliação entre os envolvidos em casos como pensão alimentícia, visitas de filhos, cobranças, imóveis, acidentes de veículos, conflitos familiares e com vizinhos, é a missão do juizado. “No Juizado de Conciliação da Lagoinha já presenciamos vários casos que resultaram em reconciliação de casais, que tinham a ideia fixa de separação ou divórcio. E tantos outros casos de conflitos que poderiam gerar consequências muito mais graves para as partes envolvidas”, conta Relbert.

Em média 90% dos casos que chegam ao Juizado de Conciliação da Lagoinha são resolvidos lá mesmo. O pastor Relbert destaca: “O acesso é para todos da igreja ou não. O objetivo é que a sociedade encontre em nosso juizado um local para ver suas demandas resolvidas de forma rápida e sem qualquer tipo de despesa, até mesmo sem a necessidade da presença de um advogado, que também gera despesa.”

Mas, além disso, a transformação desses casos não é somente no desfecho do problema, ela também acontece no momento em que as pessoas têm a oportunidade de conhecer a Cristo, por meio de uma mensagem dos conciliadores. Cerca de vinte voluntários cumprem a missão do TJ de realizar a conciliação entre os envolvidos; junto à missão de cumprir o “IDE” e reconciliar ambas as partes com Deus. Todos sob a liderança dos pastores Relbert, Jean Carlos e Cláudio Boaventura, do Ministério Águias de Cristo. “Durante a audiência o conciliador faz uso de textos da Bíblia, principalmente, aqueles que falam sobre a paz, a conciliação, o perdão, e que levam as pessoas a se desarmarem de suas pretensas razões. Assim elas passam a ouvir melhor a ponderação da outra parte, resultando em acordos e pacificação social, até mesmo familiar”, conta Relbert.

Os voluntários se empenham em esclarecer sobre as dúvidas da pessoa que quer reclamar seus direitos, pontua as reclamações, e emite uma carta convite que é entregue a essa pessoa, para em seguida ela mesma providenciar o envio da carta para a pessoa ou empresa que a lesou (via correio). “Na carta, há um convite para a audiência de conciliação, perante o juizado, que acontece numa terça-feira, a partir das 19h”, completa o juiz.

Se você precisa de uma orientação ou até mesmo um apoio para resolver o seu problema, não hesite em procurar o Juizado de Conciliação da Lagoinha. Entre em contato pelo telefone: (31) 3429-9400 / 8793-1198 – Warley Araujo. A sede do juizado fica na Rua Pitangui, 517 – Concórdia. Atendimento: Segunda a sexta-feira, entre 12h e 17h. Sessões: As terças-feiras, das 19h às 21h, em semanas alternadas.

 ::Stephanie Zanandrais

stephanie.zanandrais@lagoinha.com.