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A igreja deve pastorear e cuidar das crianças

“Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar” (Deuteronômio 6.6-7).

[Foto: unsplash.com]

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Ouvi, em um treinamento de missões para professores e líderes de crianças, que podemos perder essa geração para o mundo. E é verdade! Satanás tem investido nas crianças, e a igreja, infelizmente, tem cruzado os braços.

Tenho em minha mente uma cena em que o filho de uma amiga, após voltar da escola e conversar com a mãe, fala que aprendeu que ela poderia escolher entre ser pai (homem) ou ser mãe (mulher). Um outro fato marcante nos meus pensamentos é o da distribuição de um livro infantil, nas escolas públicas do Brasil, que ensina as crianças a invocarem o Diabo. São dois fatos pontuais, mas que já representam a guerra que os cristãos precisam encarar.

As crianças não podem ser “deixadas de lado”. A igreja deve priorizar o ensino, com zelo, fervor e excelência, da Palavra de Deus para os pequeninos. Senão, teremos uma geração afastada dos propósitos do Reino de Deus. Precisamos semear em seus corações. A igreja tem que buscar impactar as crianças, levá-las para mais perto de Deus e investir orações e recursos no ministério infantil.

Pais, professores, líderes e pastores, lancem sementes nesta geração. Pais e familiares, leiam a Bíblia com elas e orem com (e por) elas em seus lares. Professores, sejam instrumentos de Deus nas escolas. Líderes e pastores, capacitem pessoas para ministrar as aulas e invistam recursos financeiros no ministério infantil.

Se não acordarmos para esse fato, o que será desta geração que, hoje, aprende quase tudo (ou tudo) na Internet? São milhares de informações acessíveis através de, apenas, um clique. Eles absorvem diversos tipos de conteúdo (bons e ruins) e, muitas vezes, sem a monitoria de qualquer adulto. Crianças, incluindo adolescentes, têm crescido, de forma isolada, com a companhia não dos pais, mas de aparelhos eletrônicos. E, assim, com a inclusão de ideias que não convêm, o caráter deles vai sendo formado e transformado.

Precisamos lutar por essa geração!

:: Raquel Carsi