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A perseguição à igreja

Foto: Duangphorn Wiriya | unsplash.com

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“Bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mateus 5.11-12).

Há poucos dias, fomos impactados com a notícia do Novo Código Penal instituído pelo presidente Evo Morales, da Bolívia. O artigo 88 do Código criminalizava os cristãos nas práticas de culto, evangelização e trabalhos sociais com cunho espiritual, prometendo 7 a 12 anos de prisão com pagamento de indenizações por esses crimes cometidos contra “a dignidade e a liberdade humana”, conforme os dizeres do Código. Graças a Deus, a igreja boliviana se mobilizou em oração pelo país, e o Código foi revogado pelo presidente.

Estamos vivendo em um tempo em que vemos o ciclo da igreja se fechando. Como é isso? É como se desenhássemos um círculo. Começamos o desenho em um ponto, fazemos o círculo e terminamos exatamente onde começamos, não é verdade? A igreja cristã teve o seu início oficial há dois mil anos, em Jerusalém, no dia da festa de Pentecostes. Em Atos 2, lemos esse relato da vinda do Espírito Santo. Ouviu-se o som como de um vento tempestuoso, e apareceram línguas de fogo, que pousaram sobre as cabeças dos discípulos reunidos naquele cenáculo. E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, em outros idiomas. A multidão afluiu, cheia de curiosidade sobre o que estava acontecendo, e os ouviu falarem das grandezas de Deus em suas próprias línguas. Algo maravilhoso surgira em Jerusalém!

No poder do Espírito Santo, logo a mensagem do Evangelho se espalhava, e o mundo via a luz de Deus nos cristãos. O amor de Deus vivido pelos nossos irmãos trouxe impacto ao mundo, mas também incomodou as potestades das trevas, e as perseguições se iniciaram. Estêvão foi o primeiro mártir do Cristianismo (Atos 7). Ao ser apedrejado, ele orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado!” Estêvão perdoou seus algozes. Ele viu os céus abertos e Jesus em pé, à direita do trono do Pai, pronto a recebê-lo em Sua presença.

E a perseguição feroz prosseguiu, matando cristãos de todas as idades. A história relata o martírio de crianças, adolescentes, jovens, adultos e velhos. Homens e mulheres sendo cruelmente mortos e torturados pelo fato de amarem Jesus e crerem na Bíblia integralmente. O Senhor nos preparou também para o tempo de hoje. Ideologias malignas tentam abafar a glória do Senhor e lutam com todas as suas forças para tentar destruir e sufocar a semente da fé em Cristo e nas Escrituras Sagradas.

Ele disse que seríamos perseguidos, ultrajados, escarnecidos e mortos por causa de Seu nome, mas o galardão do mártir ou do cristão que sofre por Cristo é incalculável. Vale a pena viver por Cristo e morrer por Ele. Vale a pena entregar a vida no altar em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus! Oremos pela igreja perseguida hoje. Oremos pelas nações fechadas ao Evangelho. Oremos pela evangelização mundial. Ore agora mesmo!!!

:: Pra. Ângela Valadão

Ligue para o pastor Marco Túlio e fale sobre esse assunto (31) 98402-1586.