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Mordomos de Deus

Há muitos anos, precisamente 46, participei, pela primeira vez, de um Congresso de Jovens, em uma distante cidade do interior de Minas Gerais. Depois de uma longa e cansativa viagem, após a nossa acomodação, participamos do culto de abertura, na igreja local, tendo o Reverendo Charles Clay (saudosa memória), que baseou o seu sermão em Provérbios 30.7.

Para a maioria de jovens como eu, terminando a fase estudantil, prontos a ingressar no mercado de trabalho, o sermão foi muito edificante e proveitoso. Senti, naquele momento, que seria o meu versículo e que me ajudaria no decorrer de minha vida.

Aposentado, após 45 anos de idade de atividades diversas (inclusive obras sociais da Igreja Metodista), posso afirmar que recebi e continuo a receber a graça de Deus: nunca me faltou nada na parte material, sempre contei com a infinita misericórdia e bênção do Senhor. Tenho tido tudo aquilo que desejei e fui acostumada; os tempos nem sempre foram fáceis, mas a graça de Deus me bastou. Sempre confiei e continuo fiel. A parte física e material são frutos do Seu amor, mas a parte espiritual é a imensa graça que recebo de meu Eterno pai. Sejamos todos os mordomos sinceros e fiéis dos bens que Deus nos dá. Amém.

Glads Heim (Rio de Janeiro, Brasil)