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Para quem vivo eu?

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo 11.25).

Foto: unsplash.com

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É tudo sobre Ele e para Ele (Cl 1.16). Nele habita toda a plenitude (Cl 1.19). É para Ele que devo convergir todos os meus anseios. O meu respirar, todos os meu pensamentos, tudo o que sou… Já morri e não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim (Gl 2.20). Não são mais os meus sonhos que devem prevalecer, e, sim, os sonhos Dele. “Meu alimento é fazer a vontade Daquele que me enviou e cumprir a Sua obra” (João 4.34).

Assim como Jesus entregou a Sua vida como sacrifício por nós, também devo ser obediente e entregar minha vida pelo Evangelho. “Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por minha causa e pelo Evangelho salva-la-á!” (Mc 8.35). Há paz e descanso no “abrir mão” do eu. Afinal, não fui feita para esse mundo, sou estrangeira peregrina, minha habitação é celestial.

Para desfrutar intensamente da glória de Deus, preciso fazer morrer minhas vontades. “Então, Jesus declarou aos Seus discípulos: ‘Se alguém deseja seguir-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e me acompanhe’” (Mt 16.24). A minha vida precisa representar uma carta cujas palavras descrevem o testemunho de alguém que tem o caráter de Cristo. Preciso caminhar no caminho que Ele traçou para mim.

É fundamental colocar meus olhos em Jesus e não nas coisas deste mundo. Entendo que este mundo é passageiro, e que sou peregrina nesta terra. Melhor é ansiar pelo rio da água da vida, que flui do trono de Deus e do Cordeiro, na Cidade Santa. “Então o anjo me mostrou o rio da água da vida, que, claro como cristal, fluía do trono de Deus e do Cordeiro” (Apocalipse 22.1).

::  Raquel Carsi