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Samuel e a intercessão pela nação

Foto: pixabay.com

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“Quanto a mim, longe de mim que eu peque contra o Senhor, deixando de orar por vós; antes, vos ensinarei o caminho bom e direito” (1Sm 12.23). O chamado de Samuel ainda criança foi para ser profeta e sacerdote do Deus Altíssimo, o Deus de Israel. O seu nascimento aconteceu milagrosamente como resposta de oração. Seu próprio nome, Samuel, tinha o significado de ser “resposta de oração”, pois sua mãe, Ana, que era estéril, o pedira ao Senhor. Ana creu e disse que, se o Senhor lhe desse um filho, ela o consagraria para o serviço sacerdotal integralmente e o traria para estar diante do Senhor desde a mais tenra idade, ou seja, assim que fosse desmamado. E assim foi.

Samuel foi criado em Siló, onde estava armado o tabernáculo, e o sacerdote Eli acompanhou o seu crescimento espiritual, reconhecendo que Deus o escolhera como profeta e líder espiritual para a nação de Israel naquela geração. Em todo o seu ministério, Samuel provou sua integridade e fidelidade ao Senhor. Chegou o dia em que o povo de Israel lhe pediu um rei para governar sobre a federação das doze tribos, e Samuel sentiu-se rejeitado. Ao passar o governo para o novo rei, pediu a Deus que enviasse uma chuva forte com trovões, sendo aquela uma época de estiagem, para que o povo compreendesse a indevida motivação para um novo rei.

A Bíblia nos diz que: “Então, invocou Samuel ao Senhor, e o Senhor deu trovões e chuva naquele dia; pelo que todo o povo temeu em grande maneira ao Senhor e a Samuel. Todo o povo disse a Samuel: roga pelos teus servos ao Senhor, teu Deus, para que não venhamos a morrer; porque a todos os nossos pecados acrescentamos o mal de pedir para nós um rei”. Samuel era um intercessor, um verdadeiro sacerdote e cumpria seu dever diante da nação de Israel. O Senhor estava com ele e suas orações eram ouvidas e respondidas. Assim devemos ser nestes dias; seguindo o exemplo de Samuel, nossas orações serão sempre ouvidas.

:: Prª. Ângela Valadão

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