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A Perseverança de Isaque

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Foto: Paul Green | unsplash.com

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Texto base: Gênesis 26.12-25

Introdução: a base da perseverança está na consciência da identidade e do propósito. Se sabemos quem somos e qual é a nossa missão, temos fortes motivos para continuarmos firmes em nossa caminhada. Isaque era filho de Abraão, herdeiro das promessas e das bênçãos. Esses fatores eram fundamentais em sua vida, mas não poderiam ser os únicos. De nada lhe adiantaria dizer: “Me respeitem. Eu sou filho de Abraão.” Isaque precisava obedecer a Palavra de Deus e trabalhar (Gênesis 26.2,6). Por isso ele semeou e colheu. Deus o abençoou com uma colheita cem vezes superior ao que foi plantado (Gênesis 26.12-13). Tudo corria muito bem até que surgiram os problemas. Os filisteus o invejaram e entulharam os poços que Abraão tinha feito (Gênesis 26.14-15). Qual foi a atitude de Isaque? Ele não foi embora, não desistiu, não discutiu nem brigou, mas desentulhou os poços. Então, os filisteus contenderam pela posse da água. Isaque abriu mão daqueles poços e cavou outro. Novamente os inimigos reivindicaram a sua posse. Isaque andou mais um pouco e cavou outro poço. Desta vez, os inimigos não o incomodaram. Eles viram que não conseguiriam parar Isaque.

Isso nos faz lembrar de outra passagem bíblica: “Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao diabo e ele fugirá de vós” (Tiago 4.7). Finalmente, o filho de Abraão teve um pouco de sossego. Então, construiu um altar e… cavou outro poço! É como se ele dissesse: “É isso que eu faço e não vou parar”. A história está repleta de exemplos de servos de Deus que só seriam contidos pela morte (embora suas influências sejam permanentes). Enquanto vivermos, não desistiremos de servir ao Senhor e de buscar os Seus propósitos. Isaque não era violento, mas determinado. Ele, talvez, não tivesse condições de enfrentar fisicamente os seus adversários, mas continuou no firme propósito de buscar água.

Os poços nos ensinam a preciosa lição da profundidade (Efésios 3.17-19). Não podemos ser superficiais em nosso relacionamento com Deus. As maiores riquezas, sejam da terra ou dos mares, não se encontram na superfície. Algumas vezes, Deus abre os céus e derrama chuva sobre nós. Outras vezes, nos conduz às águas tranquilas, mas, em algumas circunstâncias, está em nossas mãos a responsabilidade de procurar água. Cavar é trabalho duro e exige paciência. A maior parte do tempo é marcada pela ausência de resultados, mas a água viva é o prêmio final dos perseverantes.

Para refletir: que tipo de “poços” podemos cavar em nossa busca espiritual?

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