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A volta de Cristo

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Estudo de CélulaTexto base: 1 Tessalonicenses 1.9-10

A vinda de Cristo ao mundo, bem como a sua Segunda vinda, foi prometida no Antigo Testamento. Daniel se destacou entre os profetas porque ele viu o retorno do Senhor sobre as nuvens (Dn 7.13). Jesus veio anunciando o Reino de Deus (Mt 4.17), mas o Reino não foi plenamente realizado durante Sua vida e ministério. Sua concretização ainda está por vir (Ap 11.15).

A mensagem e o plano do Evangelho não se restringem às bênçãos de Deus neste tempo presente, nesta vida. Jesus disse que voltaria um dia (João 14.1-3). Quando Ele subiu ao céu numa nuvem, os anjos também afirmaram que, da mesma forma, Ele um dia voltará (At 1.11). A igreja primitiva viveu na esperança de Seu retorno. Essa promessa foi reafirmada no livro de Apocalipse (1.7).

Um dia, os discípulos Lhe perguntaram: “Que sinal haverá da Tua vinda e do fim do mundo”? (Mateus 24.3). Então, nos versos seguintes, o Senhor lhes deu uma lista de sinais: o surgimento de falsos cristos, guerras, fomes, pestes e terremotos.

É evidente que ninguém pode interferir na ocorrência dos terremotos, que são cada vez mais frequentes. Entretanto talvez alguém pudesse esperar que o desenvolvimento da humanidade diminuísse as guerras, ou que o avanço científico e tecnológico eliminasse as pestes e a fome. Contudo o ser humano jamais conseguirá impedir o cumprimento da profecia que saiu dos lábios do próprio Jesus.

Ele contou algumas parábolas sobre o fim dos tempos e a Sua segunda vinda: as 10 virgens (Mt 25.1); a parábola dos talentos (Mt 25.14); os dois servos (Mt 4.44); o julgamento das nações (Mt 25.31). Em todas elas, encontramos algumas lições importantes:

– A vinda do Senhor é certa;
– Precisamos estar preparados;
– Após o Seu retorno, acontecerá uma prestação de contas, o juízo final;
– Após o juízo, haverá recompensas e castigos.

Se vivemos em constante preparação, a promessa da Sua vinda não será uma ameaça, mas uma doce esperança. Poderemos, então, proclamar como Paulo, que dizia: “Maranata, ora vem, Senhor Jesus” (1Co 16.22).

:: Pr. Anísio Renato de Andrade