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Amor e comunhão

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Estudo de célula do Jornal Atos Hoje- 25/02/2007

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor” . (I Co 13:13).

O Amor é Mandamento
O amor é o maior mandamento de Deus para o seu povo e sua igreja. Em Lc 10:27, lemos: “E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo”. Esta era a Lei do Antigo Testamento. Um amor igual para o próximo e para mim mesmo. Entretanto o Senhor Jesus nos deu um novo e grande mandamento: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (Jo 13:34).
Amar como Jesus amou é impossível para o coração humano com sua própria capacidade. Esse amor é dado por Deus, e somente no poder do Espírito Santo é que conseguiremos amar de fato. “E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5:5). Toda a vontade de Deus para nós se resume no amor.
Paulo orienta a igreja: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Rm 12:10). O amor é a resposta de Deus para todos os conflitos, é o “poder” que opera nas vidas eficazmente, desarmando os corações, abrandando as palavras, jogando água fria nos ânimos exaltados e perdoando de verdade o ofensor. O amor ultrapassa as barreiras culturais, raciais, sociais e planta um jardim nos corações, com flores que perfumam todo o ambiente por onde o verdadeiro cristão passa.

O Amor traz Comunhão

A igreja na Bíblia é a expressão de uma família (Ef 2:19): “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus”. O termo “família” nos lembra comunhão, isto significa, “comer juntos”, “comer no mesmo prato”. O crente que não está ligado à igreja, ao trabalho do Senhor, é como um tijolo fora da construção do muro. Como um soldado perdido no campo de batalha. Como um pedaço do organismo que está cortado, fora do corpo. Ou seja, não está vivo, cumprindo sua função.
O amor traz comunhão; participação; interação; alegria em estar juntos. Não podemos crescer sozinhos. Fazemos parte desse organismo vivo, que é a igreja, o “corpo de Cristo”, e precisamos estar ligados uns aos outros. Não devemos vir à igreja para freqüentá-la apenas, mas para participar e contribuir para o seu crescimento.
A comunhão entre os irmãos traz segurança. Você bem sabe o que acontece com uma brasa fora do braseiro. Ela se apaga, perde seu brilho, seu calor e fica escura e suja… É necessário estar em união, em comunhão, na igreja.
O próprio Jesus se manifesta a nós na comunhão. “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles” (Mt 18:20). A presença do Senhor entre nós traz alegria, direção e plena segurança em vitória. O poder de Deus se manifesta em nosso meio através dessa ligação de amor entre nós: “Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus” (Mt 18:19).

Através da comunhão damos testemunho e glorificamos ao Senhor

Em Jo 17, o Senhor Jesus faz uma das mais lindas orações registradas. Ele ora ao Pai em favor da unidade da igreja. Esta unidade implica em que todos os seus discípulos sejam unidos, tão unidos entre si como Ele e o Pai, desde a eternidade. A realidade de ser apenas “um”. “Com um só coração”. “Com uma só forma de pensar e decidir”. Tendo um “único objetivo na vida: servir ao Senhor”. E esta verdadeira comunhão é que traz ao mundo o conhecimento de Deus, da salvação em Jesus e torna-se em infalível arma para destruir o poder das trevas. Jesus orou assim: “e como és Tu, ó Pai, em mim e eu em Ti, também eles sejam em nós; para que o mundo creia que Tu me enviaste”(Jo 17: 21;23).
O amor e a comunhão se manifestam no cumprimento da ordem do Senhor: “Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (I Pe 4:10).A igreja, como “família” traduz o “sonho” de Deus. É na igreja que ocorre a “koinonia”, isto é, “a vida compartilhada entre irmãos”. Paulo nos diz que somos membros uns dos outros. Nossa vida faz parte da vida de nosso irmão. Isto é maravilhoso e também nos lembra nossa responsabilidade mútua.

Alguns Desafios para você:
Visitar é prova de amor. Nesta semana, procure visitar alguém: um irmão da sua célula; um novo convertido; um parente que precisa aceitar Jesus. Visite. Programe fazer isto semanalmente.
No envolvimento da célula, não tenha receio de se convidar para ir à casa de um irmão. Jesus fez isto com Zaqueu (“hoje me convém pousar em tua casa”) e foi uma bênção para Zaqueu. Para visitar ou “se convidar”, lembre-se de alguns detalhes:
Avise com antecedência. Tenha a delicadeza de avisar à pessoa antes e verifique se ela está disponível para recebê-lo.
Leve consigo uma pequena lembrança para a pessoa visitada. Não é necessário ser algo caro, apenas algo simples que demonstre amor e consideração.
Não se limite a conversar apenas coisas triviais, mas lembre-se de deixar uma mensagem de amor, fé e confiança no Senhor. Ore, para que o Espírito Santo dirija toda a conversa.
Não se esqueça de orar antes de despedir-se.
Não demore muito tempo na visita. Pr 25:17 nos alerta para não sermos incômodos na casa do próximo. Se você é casado, leve sua esposa na visita. Se solteiro, vá acompanhado, para não ser mal interpretado, em caso de visitar jovem do sexo oposto.

Por:Pra. Ângela Valadão

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