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Vida Cristã

Cristão e Política: a independência do Brasil e as eleições

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Foto: unsplash.com

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Comemorou-se, no dia 7 de setembro de 2018, 196 anos da independência do Brasil. Ensina-se em nossas escolas que o grito às margens do rio Ipiranga nos libertou do domínio português e nos transformou em uma nação livre. Em quase 200 anos de “liberdade”, o que podemos celebrar?

O Brasil apresentou cerca de 63 mil homicídios em 2016. Em 2015, foram 55 mil homicídios, mesmo número de 150 nações juntas no mesmo período. Vivemos um cenário de guerra. Além da violência, vivemos um ambiente econômico ruim, uma baixa confiança do mercado para retomar o crescimento do país. A infraestrutura das nossas rodovias, a falta de ferrovias, o estado dos portos e aeroportos, o problema de captação de água, suprimento de energia, a má aplicação dos 82 impostos do país, a baixa qualidade da saúde e a educação utilizada como instrumento de doutrinação de crianças e jovens são mais exemplos do que ocorre em nossos 200 anos de independência.

As eleições 2018 trazem consigo projetos diferentes para o Brasil. O país possui 35 partidos, mas não nos iludamos, não temos 35 ideologias diferentes. Nós temos um bloco de partidos muito bem definido que compartilha de uma ideologia orientada pelo Foro de São Paulo. O Foro é uma organização de partidos e de outras instituições marxistas que buscam implementar na América Latina princípios socialistas na política, na economia e na cultura. O projeto consiste em fortalecer o Estado, concedendo poderes de controlar a economia e ampliando ao máximo os tentáculos do Estado em todas as esferas da sociedade. Ao mesmo tempo, o objetivo é enfraquecer a igreja e a família, já que estes são “empecilhos” para a consolidação do projeto. Empoderar o estado e enfraquecer as outras instituições, esta é a ideia.

Do outro lado temos partidos que se opõem ao modelo marxista e propõem um Estado mais enxuto, mas que se assemelham ao bloco marxista nos aspectos morais; pregam uma política em defesa do casamento de pessoas do mesmo sexo e legalização das drogas, por exemplo.

Precisamos de um projeto que diminua o tamanho do Estado brasileiro, que promova reformas estruturais amplas, que estanque a doutrinação marxista das escolas. Para que isso aconteça, precisamos analisar com muito critério as propostas dos candidatos a presidente e as ideologias dos partidos em que votaremos para os cargos legislativos. Como cristãos, precisamos orar pela independência da nossa nação frente às ideologias que afrontam a Palavra de Deus, pois estas nos levam à morte.

Que Deus abençoe o Brasil, e que possamos viver a partir de 2019 o início de uma transformação política da nossa nação!

:: Carlos Said Pires [Grupo de Ação Política – GAP]

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