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Vida Cristã

A palavra é sua

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Foto: unsplash

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Em qualquer julgamento, ainda que o juiz já saiba a resposta, a pergunta será feita. O advogado representa seu cliente em vários momentos, mas existe uma hora em que o próprio réu precisa se manifestar sem intermediários, no mínimo para se declarar culpado ou inocente, não devendo perder tempo com palavras inúteis.

Após o primeiro pecado, o texto de Gênesis nos apresenta um encontro com o juiz e um julgamento (Gn 3). Deus perguntou: “Adão, onde estás? Comeste do fruto que te proibi”? Será que Deus não sabia? É claro que sim, mas suas perguntas deveriam levar o homem à reflexão, ao reconhecimento e à confissão. E o homem pôs a culpa na mulher.

Muitas vezes, antes de curar alguém, Jesus perguntava: “Que queres que eu te faça”? Ele conhecia a necessidade de todos, mas o indivíduo poderia querer algo diferente. Jesus disse aos discípulos: “Vós orareis assim…” (Mt 6.13). Precisamos orar e não viver na dependência das orações alheias.

Embora Jesus seja o nosso advogado (IJo 2.1), sempre pronto a interceder por nós, a confissão é pessoal e intransferível.
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (IJo 1.9).

A palavra é sua. Ore. Fale com Deus. Confesse e peça perdão. “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Rm 10.9).

:: Pr. Anísio Renato de Andrade

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