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Vida Cristã

A vaidade e a vida

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ECLESIASTES 1.1-18

Vaidade de vaidades, diz o Pregador, vaidade de vaidades, tudo é
vaidade. (Ec 1.2.)

Numa das fábulas de La Fontaine, o corvo estava empoleirado num galho
da árvore e gostosamente segurava no bico um delicioso queijo. A raposa,
atraída pelo cheiro do petisco, e com muita fome, resolveu “tentar” a ave.
E então começou a elogiar o corvo.
“Senhor corvo, como você é bonito! Que linda plumagem tem! Olhe, eu
acho que, se sua voz for tão linda como a sua aparência, você é o campeão
de beleza da ? oresta!”
E o corvo não se conteve. Para mostrar sua bela voz, abriu o grande bico,
e deixou cair o queijo. Era o que a raposa queria. Enquanto o tolo tentava
cantar alguma coisa, com sua voz desa? nada, a esperta raposa tomou posse
do gostoso lanche e lhe disse:
“Aprenda, meu amigo, que todo lisonjeador vive às custas daquele que
o escuta!”

A lição do corvo valeu o queijo perdido. E quantas vezes nos deixamos
levar pelas insinuações do inimigo quando ele toca na nossa vaidade. Quantas
vezes deixamos cair o que temos de mais precioso: nossa alegria, paz,
nossos dias de vida, o dia de hoje.
Hoje: que lindo dia é este!
Hoje é o que tenho em minhas mãos.
Hoje é o que posso ver diante de mim
No passado não dá para mexer.
Só posso rever,
Pedir perdão e perdoar.
Meu futuro posso antever, imaginar, sonhar.
Mas nele ainda não posso tocar,
Somente me preparar
Para colher o que hoje semear.
Hoje é tempo de adorar.
Adorar o Criador, o Salvador, o Consolador.
Adorar e me prostrar de todo o coração,
Por sua salvação, consolo, redenção
E, pelo galardão, agradecer.
Deixá-lo meu coração sondar, limpar e,
Com os pés descalços, adorar.

Pai, dá-nos um coração limpo e sem vaidade. Que possamos valorizar
cada dia que nos dás, e assim glori? car o teu santo
nome. Amém.

 
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