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Vida Cristã

Ainda posso me casar?

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RUTE 1.1-16

Ainda quando eu dissesse: tenho esperança ou ainda que esta noite
tivesse marido e houvesse fi lhos, esperá-los-íeis até que viessem a ser
grandes? (Rt 1.12,13.)

Três viúvas planejavam uma viagem internacional: Noemi, Rute e Orfa.
Elas haviam experimentado a tristeza do luto, e, agora, indefesas, procuravam
refazer a vida. Viajar de Moabe para Israel era arriscado. Havia feras e
ladrões pelo caminho. E o que estaria esperando por elas numa terra distante
há tanto tempo deixada para trás? Apesar de amar muito a sogra Noemi,
Orfa logo desiste. E, após beijá-la, retorna ao antigo lar. Mas Rute não aceita
voltar para a casa dos pais. E dá a maior demonstração de amizade verdadeira.
Permanece ao lado da idosa sogra e enfrenta o desafi o da viagem até
Belém.

O que podia estar passando pelo coração de Rute? Teria ela a esperança
de se casar com alguém do povo de Israel? Ela seria discriminada por ser
moabita, povo de tradição imoral e pagã. Mas Rute já tinha se convertido ao
Deus de Abraão, o Deus de Israel. Na convivência com a família do marido,
aprendera a amar e a adorar o Deus verdadeiro. E agora não haveria retorno
à idolatria. E Deus, então, lhe reserva uma doce surpresa. Prepara-lhe um esposo
especial: Boaz. Um cavalheiro gentil para fazê-la feliz e dar-lhe fi lhos.
O impossível tornou-se realidade para aquela que perseverou em seguir
o seu Deus. O Senhor recompensou a escolha de Rute e a sua vida singela
e leal. E ela se tornou um símbolo em Israel. Símbolo do amor genuíno,
da amizade sincera, do trabalho, da esperança e da confi ança em Deus. Era
uma viúva, estrangeira, discriminada por seu passado, mas que soube con-
fi ar em Deus e deixá-lo realizar os seus sonhos. Isso pode acontecer com
você também!

Pai amado, quantos sonhos estão em meu coração! Cada um
deles está diante de ti. Toca em minha alma e cumpra-se em
minha vida o teu querer. Amém.

Pra. Ângela Valadão

 
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