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Vida Cristã

Bons portos

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ATOS 27.1-26

Costeando-a, penosamente, chegamos a um lugar chamado Bons Portos…
(At 27.8.)

Ouve, oh Pai, o meu clamor,
Ouve o que diz meu coração, Senhor.
O inimigo se levanta furioso,
Mas só o Senhor é todo-poderoso,
E, com teu coração bondoso,
Podes nos ouvir e nos livrar.
Ouve, Senhor, o nosso clamor.

Estamos em aperto, o inimigo nos faz cerco
E tenta nos matar, ou fazer nosso olhar de ti desviar.
Matar os sonhos, o chamado.
Tenta abafar a tua voz que nos chama,
Tenta apagar a chama do chamado do Senhor.

Paulo, o apóstolo do Senhor Jesus, estava sendo levado preso para Roma sob
a guarda de um centurião chamado Júlio, da Coorte Romana. Aristarco e Lucas
eram seus companheiros de viagem. Embarcaram num navio adramitino, e depois
de uma breve parada em Sidom, foram até Mirra, onde trocaram de navio. Navegaram
muitos dias, vagarosa e difi cultosamente, margeando Creta, e chegaram a Bons
Portos. Era um bom lugar para se descansar, mas não dava para invernar ali.
A viagem conturbada de Paulo até Roma se assemelha muito à nossa jornada pela
vida. Assim como o objetivo de Paulo era chegar ao imperador, nós também estamos
indo rumo ao nosso Rei. Há momentos de bonança na viagem, com ventos favoráveis
soprando. Existem ocasiões de paradas e até turismo em admiração às obras do Senhor.
Contudo a viagem tem de continuar.

Depois de Bons Portos, Paulo enfrentou naufrágio,
a voragem do mar, cansaço e riscos mil. Mas ele estava na direção correta: fazer a
vontade de seu soberano Senhor, chegar a Roma e testemunhar acerca de sua fé.
Às vezes, na nossa jornada, somos tentados a fi car em Bons Portos. Mas a
nossa chamada é para ir além. Não conhecemos o que nos aguarda no transcurso,
mas sabemos onde ancoraremos: certamente na casa do Pai, onde uma grande
festa nos espera.

Pai, sê tu o piloto de meu barco em todo o percurso
nessa terra. Amém.

 

 
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