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Vida Cristã

Cristão e Política: Ser pacífico ou ser passivo? Eis a questão!

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Foto: Legacy Jovens

Foto: Legacy Jovens

Muitas vezes nos dias atuais os cristãos têm confundido ser pacífico com ser passivo. Então, para que não haja confusão de termos e de postura, é necessário entender o que cada palavra significa:

  • Pacífico: é todo aquele que almeja a paz.
  • Passivo: é uma pessoa sem iniciativa, indiferente, apático.

Um cristão pacífico é aquele que não incita nem se envolve em confusão, que busca dialogar, não se envolve em atos de violência física ou psicológica, que não cria contenda, enfim, é quem de fato sente, entende e pratica a paz de Cristo.

Um cristão passivo é aquele que não se importa com o que acontece ao seu redor. Que mesmo que veja problemas ou situações em que ele possa ser útil para solucionar ou melhorar algo, escolhe não fazer nada. Ser passivo é não cumprir o ide de Cristo.

O cristão deve agir como Cristo

O cristão deve ser pacífico, não passivo! E o maior exemplo bíblico para se inspirar e entender essa diferença é o próprio Cristo. Jesus era pacífico, ele não se envolvia em confusão, pelo contrário, ele acalmava e dispersava situações de violência, como no caso da mulher pega em adultério (João 8.1-11).

É interessante observar também, que na situação acima descrita, Jesus não foi passivo, Ele  não se omitiu, mesmo sendo uma clara situação de armadilha para Ele.

Outro bom exemplo é quando novamente tentaram armar contra Jesus perguntando a Ele sobre os impostos pagos a César (Mateus 22.15-22). Jesus não foi omisso, Ele se posicionou a respeito, e mesmo sabendo que era uma situação forjada para difamá-lo, Ele manteve o controle e não buscou confusão.

O que esse comportamento tem a ver com o cumprimento do Ide?

O ide de Cristo se remete a não só pregar sobre Jesus, mas em ser a diferença que Jesus era. É levar o Reino de Deus a todos os lugares, a todas as esferas da sociedade.

Jesus foi tentado em todas as áreas da sua vida, e em todas Ele foi aprovado. Ele levou a paz, mas não foi passivo, e não se intimidava ante as situações que lhe eram colocadas.
Que tenhamos a sabedoria e a intrepidez de Cristo para sermos pacíficos, não passivos!

:: Dayanna Fagundes Silva – Grupo de ação política – GAP

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