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Vida Cristã

Náufragos na ilha

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ATOS 28.1-10

Porém ele, sacudindo o réptil no fogo, não sofreu mal nenhum. (At 28.5.)

Ouve, Senhor, a batalha é renhida
Mas o sol já se põe, e logo ela é ? nda;
Eu preciso estar de pé, ao soar o clarim.
O inimigo já vem para derrubar e ferir,
E, empurrando, faz tudo para nos ver cair.
Mas tua mão, eu sei, está bem estendida!
E tendo até mesmo a alma ferida,
Sendo golpeada na esperança,
Eu sei que, tua mão nos alcança,
Nos concede alento, nos dá segurança.

Uma ilha chamada Malta abriga um grupo de náufragos. São soldados
romanos, prisioneiros escoltados, marinheiros de um navio alexandrino
afundado e alguns cristãos, entre eles o apóstolo Paulo. Caía uma chuva miúda
que trazia o frio. Com as roupas e o corpo molhados, e muito cansados,
os sobreviventes do naufrágio ? zeram uma fogueira, ajudados pelos bárbaros.
(Assim eram chamados todos os povos não-conquistados por Roma.)

Então, Paulo, ao apanhar um feixe de gravetos, é picado por uma víbora
venenosa, que fugia das chamas, ? cando-lhe presa na mão. Contudo ele
a sacode ao fogo e não sofre nenhum mal. Os naturais da ilha, vendo que
Paulo não morria, começaram a dizer ser ele um deus. E, ali naquele lugar,
o apóstolo pôde anunciar Jesus.

As aventuras que vivemos em cada dia devem sempre nos levar à proclamação
do evangelho. Os outros estão vendo como reagimos aos problemas.
Não devemos perder as oportunidades de falar do amor de Cristo. Mesmo
como náufrago, com frio e sem teto, o cristão pode encontrar um meio de
vencer a “serpente” da morte e do pecado, e testemunhar que seu Deus é
real e poderoso.

Pai, ajuda-me a honrar teu precioso nome com o meu
testemunho. Amém.

 

 
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