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Vida Cristã

Nenhum de nós pode fazer a obra sozinho

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Foto: unsplash.com

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Em Êxodo 3, Moisés teve um encontro com Deus que mudaria para sempre a sua história. Naquele dia, o Senhor mandou que ele libertasse Israel do Egito.

Em Êxodo 4, Moisés teve um encontro com seu irmão Aarão e com os líderes de Israel. Ele não faria a obra de Deus sozinho. Suas limitações pessoais seriam supridas, primeiro por Deus, e depois pela parceria com os irmãos.

Em Êxodo 5, Moisés teve um encontro com Faraó, começando assim a saga de libertação do povo escolhido.

Em Josué 1, o sucessor de Moisés teve um encontro com Deus. A partir do versículo 10, ele falou aos líderes de Israel. No capítulo 2, começaram as ações de conquista da terra prometida.

A história de Moisés e Josué apresenta importantes princípios ministeriais. Tudo começa com um encontro com Deus. Ninguém pode libertar um povo nem conduzi-lo a grandes conquistas espirituais sem que antes tenha se dedicado ao Senhor, sem que tenha recebido um chamado, uma ordem (At 13.1-2). Antes de falar ao povo, o líder espiritual precisa gastar tempo com Deus, ouvindo a Sua voz e recebendo Sua instrução. Conhecimento, inteligência, títulos e dinheiro não constituem a essência do ministério.

Nenhum de nós pode fazer a obra sozinho. Precisamos estabelecer parcerias com pessoas que se unirão a nós em prol do Evangelho e do Reino de Deus. Além disso, ambas as histórias incluem os indesejáveis encontros com o inimigo. Ele se coloca diante de nós para nos deter. Faraó se levanta. Os cananeus se levantam. Entretanto o Senhor está conosco para nos livrar. Nosso propósito é libertar os cativos, conduzindo-os à Canaã celestial. Existem grandes desafios diante de nós. Sobretudo precisamos estar atentos às condições que Deus estabeleceu, conforme disse Josué aos israelitas: “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js 3.5).

:: Pr. Anísio Renato de Andrade

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