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Vida Cristã

Vento que passa

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SALMO 78.1-72

Lembra-se de que eles são carne, vento que passa e já não volta. (Sl 78.39.)

Que suave brisa vem do mar. O meu rosto toca, a acariciar,
Refresca do calor, do mar traz o sabor.
Posso ver o que o vento faz ao meu redor, derrubando coisas:
Brinca de “pegar” com as crianças, quando faz a bola rolar,
Leva o papel. Agita as tranças. E se aquieta a seguir.
Então novo soprar há de vir.
Nosso viver se compara ao vento que passa, ao conto ligeiro.
Parece brinquedo.
Foi rápida a vida. O que dizer da lida?
Sofrida? Lutas vencidas? Comprida? Bem-nutrida?
Estancadas as feridas?
Saradas? Curadas? Cicatrizadas? Esquecidas?
Ou teve a vida um gosto de morte,
Caminho sem norte, com medo e sem sorte,
Sem conhecer de Deus sua graça?
Aquela, que para viver, só ela nos basta!
Graça que salva, que cura, que é pura
E é sem mistura do mundo ou vaidade.
Não importa a idade, ela alcança o irmão.
E, em doce canção, transforma o coração.
E a vida ligeira, qual vento que passa,
Se torna imortal, sem igual. É real!
No feriado do dia de ? nados, a igreja montou uma estratégia evangelística
muito impactante. Foi colocado um caixão mortuário na principal praça
da cidade. As pessoas que passavam, movidas pela curiosidade, vinham olhar
pelo vidro da “janelinha” do caixão. Só que, em vez de um corpo, ali estava
colocado um espelho. Quando se olhava para dentro, via-se o próprio rosto
re? etido. Era para provocar uma re? exão sobre a realidade da morte, e a
brevidade da vida. Foi interessante; e esse método deu muitos frutos.

Pai, ajuda-nos a lembrar que aqui no mundo somos peregrinos
e forasteiros. Que possamos dar valor a cada dia que nos
dás para viver. Amém.

 

Pra. Ângela Valadão


 

 
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